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A gramática de Anchieta e a gramaticografia humanística renascentista

2021/08/23 by Leonardo Ferreira Kaltner, Melyssa Cardozo Silva dos Santos · 1 voice
Arts and Humanities · #Historical Linguistics and Language Studies #Linguistics and Language Studies #Spanish Linguistics and Language Studies

paper · pdf · doi:10.25189/2675-4916.2021.v2.n3.id356

openalex publication_date 2021/08/23 · openalex created_date 2025/10/10 · openalex updated_date 2026/07/02

Abstract

O presente artigo, derivado de apresentação na conferência Linguistweets, é um relato do projeto de pesquisa Regna Brasillica: o Brasil quinhentista à luz da Historiografia da Linguística, realizado no âmbito do grupo de pesquisas Filologia, línguas clássicas e línguas formadoras da cultura nacional (CNPq/UFF), vinculado ao Programa de Pós-graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense (Posling/UFF). O tema do artigo está relacionado à análise da recepção da corrente de pensamento do humanismo renascentista europeu no Brasil quinhentista, presente na descrição e gramatização das línguas indígenas no contexto missionário da educação humanística da época, sobretudo na gramática de José de Anchieta, a Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil, publicada em Coimbra no ano de 1595. No artigo são feitas considerações e comentários filológicos para a interpretação do pensamento linguístico anchietano, e considerações acerca da interdisciplinaridade entre a Historiografia da Linguística, a Linguística Missionária e a Linguística Histórica, sobretudo a Tupinologia, campo de estudos que dialoga com a obra anchietana. Analisamos os primeiros capítulos da gramática de Anchieta.

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