2025/03/18 by Guillermo Ernesto van der Linde, Julio De Castro, Rosa Ruiz Alcántara +1 · 1 voice
Business, Management and Accounting · Economics, Econometrics and Finance · Social Sciences · #Innovation and Socioeconomic Development #Microfinance and Financial Inclusion #Poverty, Education, and Child Welfare
paper · doi:10.1108/mrjiam-01-2024-1506
openalex publication_date 2025/03/18 · openalex created_date 2025/10/10 · openalex updated_date 2026/06/11
Purpose This study aims to examine the conditions under which government social assistance translates into new venture creation (NVC) among recipients and how poverty levels and education influence this relationship. Design/methodology/approach Using data from 8,808 individuals included in the 2010 Social Protection Evaluation Survey conducted by the Dominican Republic Government, the findings reveal mixed effects of social assistance, education and poverty on entrepreneurial activity. While social assistance alone had no direct impact, poverty and education levels played crucial roles in determining whether individuals in the poorest socioeconomic groups who received assistance engaged in NVC. Findings The results contribute to both academic research and public policy by providing insights into the entrepreneurial behavior of social assistance beneficiaries. The study highlights the significance of resource availability in shaping entrepreneurial preferences in the Dominican Republic, a country where 34% of the population – approximately three million people – live in poverty. However, the analysis is constrained to 2010 due to data limitations. Expanding the timeframe and incorporating policy changes through panel data models would offer a more comprehensive understanding of the long-term impact of resource availability. Research limitations/implications The study focuses on the Dominican Republic, where 34% of the population lived in poverty, and its data is limited to 2010. It suggests that future research should consider more periods of time and policy changes to understand how individuals’ preferences change based on resource availability. The study also acknowledges that different cultures and political systems may affect the relationship between social protection and NVC attitudes, suggesting the need for comparative analysis. Practical implications The poverty and education results are particularly interesting. Higher levels of poverty do result in more NVC, but only when social programs are provided. This is important information for policymakers interested in improving the lot of the very poor; but it should move us to slow down and try to understand the implications. This result is really puzzling, given previous results regarding the relationship between levels of poverty and NVC, and warrants further examination by researchers. Social implications Poverty is a social and political issue, and it is crucial for researchers and practitioners to address it and foster entrepreneurship. Government social assistance programs are essential for helping the poor move out of poverty, but NVC can help them become self-sufficient and reduce inequalities. Social programs targeting basic needs and education can promote entrepreneurship at the bottom of the pyramid. Governments must develop strategies to maximize the impact of these programs on impoverished people. Higher poverty levels result in more NVC, but further research is needed to understand the implications. Originality/value In developing countries with high poverty rates, such as the Dominican Republic, this relationship is particularly relevant. Government programs designed to alleviate poverty not only improve the living conditions of the most vulnerable populations but may also serve as catalysts for entrepreneurial activity. These findings suggest that policymakers should prioritize targeted social assistance programs in high-poverty regions to foster NVC as a pathway to economic growth. Objetivo Este estudio examina las condiciones bajo las cuales la asistencia social gubernamental se traduce en la creación de nuevos emprendimientos entre los beneficiarios y cómo los niveles de pobreza y educación influyen en esta relación. Diseño/metodología/enfoque/metodología Utilizando datos de 8,808 individuos incluidos en la Encuesta de Evaluación de Protección Social 2010 realizada por el gobierno de la República Dominicana, nuestros hallazgos revelan efectos mixtos de la asistencia social, la educación y la pobreza en la actividad emprendedora. Aunque la asistencia social por sí sola no tuvo un impacto directo, los niveles de pobreza y educación desempeñaron roles cruciales en determinar si las personas de los grupos socioeconómicos más pobres que recibieron asistencia se involucraron en la creación de nuevos emprendimientos. Resultados Nuestros resultados contribuyen tanto a la investigación académica como a la política pública al proporcionar información sobre el comportamiento emprendedor de los beneficiarios de asistencia social. El estudio destaca la importancia de la disponibilidad de recursos en la formación de preferencias emprendedoras en la República Dominicana, un país donde el 34% de la población—aproximadamente tres millones de personas—vive en la pobreza. Sin embargo, el análisis está limitado a 2010 debido a las restricciones de datos. Ampliar el período de tiempo e incorporar cambios en las políticas a través de modelos de datos de panel ofrecería una comprensión más completa del impacto a largo plazo de la disponibilidad de recursos. Originalidad/valor En los países en desarrollo con altas tasas de pobreza, como la República Dominicana, esta relación es particularmente relevante. Los programas gubernamentales diseñados para aliviar la pobreza no solo mejoran las condiciones de vida de las poblaciones más vulnerables, sino que también pueden servir como catalizadores para la actividad emprendedora. Estos hallazgos sugieren que los responsables de políticas deberían priorizar programas de asistencia social dirigidos en regiones de alta pobreza para fomentar la creación de nuevas empresas como un camino hacia el crecimiento económico. Finalidade Este estudo examina as condições sob as quais a assistência social do governo se traduz na criação de novos empreendimentos entre os beneficiários e como os níveis de pobreza e educação influenciam essa relação. Design/metodologia/abordagem Usando dados de 8.808 indivíduos incluídos na Pesquisa de Avaliação da Proteção Social de 2010, conduzida pelo governo da República Dominicana, nossas descobertas revelam efeitos mistos da assistência social, educação e pobreza na atividade empreendedora. Embora a assistência social por si só não tenha tido impacto direto, os níveis de pobreza e educação desempenharam papéis cruciais na determinação de se os indivíduos dos grupos socioeconômicos mais pobres que receberam assistência se envolveram na criação de novos empreendimentos. Resultados Nossos resultados contribuem tanto para a pesquisa acadêmica quanto para a política pública, fornecendo insights sobre o comportamento empreendedor dos beneficiários de assistência social. O estudo destaca a importância da disponibilidade de recursos na formação das preferências empreendedoras na República Dominicana, um país onde 34% da população—aproximadamente três milhões de pessoas—vive na pobreza. No entanto, a análise é restrita a 2010 devido a limitações de dados. Expandir o período de análise e incorporar mudanças nas políticas através de modelos de dados em painel ofereceria uma compreensão mais abrangente do impacto a longo prazo da disponibilidade de recursos. Originalidade Em países em desenvolvimento com altas taxas de pobreza, como a República Dominicana, essa relação é particularmente relevante. Programas governamentais destinados a aliviar a pobreza não só melhoram as condições de vida das populações mais vulneráveis, mas também podem servir como catalisadores para a atividade empreendedora. Esses achados sugerem que os formuladores de políticas devem priorizar programas de assistência social direcionados em regiões de alta pobreza para fomentar a criação de novos empreendimentos como um caminho para o crescimento econômico.