2015/04/21 by J Laffont, Ana Sofia Melo, Laffont, João +11
Medicine · #Epistáxis #Nosocomial Infections in ICU #Tracheal and airway disorders #Vascular Anomalies and Treatments #factores prognósticos #recidiva
paper · doi:10.34631/sporl.387
openalex publication_date 2015/04/21 · openalex created_date 2017/07/14 · openalex updated_date 2026/08/01
Objectivos: Avaliar os factores clínicos prognósticos de recidiva de epistáxis. Desenho do estudo: Estudo retrospectivo. Materiais e Métodos: Foram incluídos os doentes que recorreram ao SU-CHUC no ano 2013 por epistáxis. Foi testada a correlação entre recidiva de epistáxis e antecedentes pessoais, características da epistáxis, métodos de tratamento, sazonalidade, clima, demografia, recomendações pós-alta e internamento. Resultados: Observaram-se 549 episódios de 396 doentes com 27.9% de episódios de recidiva. Verificou-se anticoagulação em 17,3%, epistáxis activa em 39,3% e internamento em 9,8%. Foram identificados como factores prognósticos de maior recidiva de epistáxis a anticoagulação, epistáxis activa, coagulopatia e tabagismo. O internamento foi um factor protector de recidiva. Não houve associação entre recidiva e nenhuma das técnicas utilizadas. Conclusões: A anticoagulação, coagulopatia, epistáxis activa e tabagismo activo foram identificados como factores predisponentes e o internamento como factor protector. É importante conhecer os factores de risco hemorrágico na orientação terapêutica da epistáxis.