2005/08/01 by Ima Célia Guimarães Vieira, José Maria Cardoso da Silva, Peter Mann de Toledo
Economics, Econometrics and Finance · Environmental Science · #Conservation, Biodiversity, and Resource Management #Economic and Environmental Valuation #Land Use and Ecosystem Services
paper · pdf · doi:10.1590/s0103-40142005000200009
openalex publication_date 2005/08/01 · openalex created_date 2025/10/10 · openalex updated_date 2026/07/19
A SOCIEDADE brasileira recebe, anualmente, a estimativa de perda de floresta na Amazônia por meio da taxa de desflorestamento divulgada pelo Inpe, a qual, em 2004, foi de aproximadamente 26.130 km² . O que não se conhece é o quanto de recursos naturais se perde a cada quilômetro quadrado de floresta destruída. Neste trabalho, apresentamos números concretos desta perda, baseados em estudos recentes sobre a densidade de plantas e de alguns grupos de animais na Amazônia. Com base nisso, defendemos a idéia de que não há necessidade de se ampliar o desflorestamento na região e que, portanto, qualquer licença de desmatamento deveria ser proibida na Amazônia. Sugerimos também que o sistema de ciência e tecnologia regional deve ser descentralizado através do desenvolvimento de programas de pesquisa integrados, focalizados no desenho e no teste de modelos de territórios sustentáveis para os diferentes setores da região.